terça-feira, 1 de novembro de 2011

Kasparov é o treinador Nakamura

Kasparov está realmente a treinar Macauley Peterson Nakamura, o jogador que ele considera "o maior jogador de xadrez de sempre". Depois do fim da parceria anterior Kasparov com número um do mundo Magnus Carlsen.

Rex Sinquefield, Garry Kasparov e Hikaru Nakamura


"Rex" é Rex Sinquefield, suas muitas contribuições para o jogo nos últimos anos incluem o Clube de Xadrez e do Centro Escolar de São Luís - possivelmente o melhor clube de xadrez do mundo, é o local actual para o Campeonato dos EUA.

Como foi o caso quando ele estava trabalhando com Magnus Carlsen, Kasparov acredita que manter seu segredo deu seu protegido uma vantagem sobre os rivais.

Em seu New In Chesscoluna Kasparov escreve: "Eu tive a oportunidade de trabalhar extensivamente com Magnus, e eu tenho vindo a trabalhar menos, formalmente, com Hikaru desde o início do ano." Kasparov continua a dizer que o talento do norte-americano é evidente, mas ele resmunga sobre o interesse de Nakamura pelo poker, que possam impedir seu progresso xadrez.

Um oportunidade de jogar xadrez com Kasparov

Bidorbuy , um site de leilão online de grandes dimensões, com base na África do Sul, está pronto para dar às pessoas uma oportunidade única de licitação. Seis licitantes vencedores terão a oportunidade de jogar com o mestre russo de xadrez Gary Kasparov em um jogo de simultânea de xadrez.

Kasparov vai jogar uma partida de exibição contra 30 ou menos participantes. Seis desses serão reservadas para candidatos no site.

De acordo com bidorbuy os leilões vai ser um "one-a-dia" affair. Um bilhete estará disponível todos os dias durante seis dias, com o leilão correndo entre 09:00 até 21:00.

"Garry Kasparov é uma lenda. Estamos muito orgulhosos em receber estes leilões ", diz CEO bidorbuy Jaco Jonker.

Ele espera que os licitantes vão aproveitar a oportunidade para jogar um jogo com um dos jogadores do mundo de xadrez mais famoso.

Estes jogos fazem parte dos preparativos que antecederam o lançamento do xadrez Kasparov Foundation África no início de 2012.

De acordo com bidorbuy, a Fundação de xadrez Kasparov , já activos nos EUA e na Europa, os planos para desenvolver o seu braço Africano em cooperação com o ano anterior, e já muito bem sucedido programa de Sul Africano chamado Move For Life .

As duas organizações supostamente trabalham em conjunto para levar o xadrez às escolas ao longo da África do Sul, bem como do continente, com o objectivo final de tornar a capital Joanesburgo Africano de xadrez.

Os proventos dos leilões também vai para as duas organizações de caridade.

"Os visitantes www.bidorbuy.co.za vai encontrar o Gary Kasparov na nossa página de Listagem Charity, que foi projetado especialmente para hospedar organizações sem fins lucrativos que pretendam fazer uso de bidorbuy para fins de levantamento de fundos", diz Jaco Jonker , acrescentando: "Como sempre em casos como estes, bidorbuy perderá sua comissão de venda regular, garantindo que cada centavo dos licitantes vencedores apresentadas acaba nos cofres da organização".

Habilidades do xadrez de Kasparov foi identificado pela primeira vez quando era um menino e ele fez o seu nome, tornando-se o mais jovem campeão mundial de xadrez em 1985. Ele tinha apenas 22 anos na época.

Seu lugar no imaginário popular, no entanto, foi provavelmente garantida pelos vários jogos contra computadores.

O mais notável destes jogos foram a vitória contra Deep Thought , em 1989, e sua perda de 1997 a IBM Deep Blue , um computador projetado com a única finalidade de jogar xadrez.

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Xadrez - Salesiano












Fonte: http://www.dnoticias.pt/impressa/revista/193709/195759-invulgar

O salesiano João Vieira considera a Matemática 'ciência divertida', ajudada pela actividade xadrezista.

Não há estatística feita que o possa comprovar, mas não estaremos longe da realidade se escrevermos que grande parte dos madeirenses que sabem jogar xadrez aprendeu por influência do Padre João Vieira. Nascido em Alburitel, uma localidade a 16 km de Fátima, no concelho de Ourém, distrito de Santarém, a 15 de Fevereiro de 1927, chegou à Madeira, 'no Carvalho Araújo, após 34 horas de viagem', a 20 de Setembro de 1958, já salesiano.
Nas 'Artes e Ofícios' ensinou Matemática e sempre procurou incutir o gosto pelo xadrez. 'Tive o desejo de conhecer mais, e isso levou-me a procurar desenvolver o gosto pelo xadrez, ir mais além do simples jogo de 'damas' que era comum na minha aldeia e mesmo no Seminário', explica João Vieira, que acrescenta outro dado importante. 'O xadrez exige uma grande concentração e eu, nas minhas aulas, aconselhava os rapazes para o praticarem, e a verdade é que muitos melhoravam na Matemática.' Autodidacta, amante do xadrez sem influência de quem quer que seja, João Vieira sente orgulho ao ver os alunos das 'Artes e Ofícios' empenhados na modalidade. 'Já foram mais, é verdade, mas mesmo assim ainda contamos aí com mais de 30 na prática regular', revela, dando conta de que o calendário competitivo interno inclui o Torneio Suíço, o campeonato e a taça. 'Os novos jogos que agora há por aí não impedem o xadrez', ressalva João Vieira que, curiosamente, retirou dos ouvidos o auricular do seu... MP3!
Mesmo distante dos tempos em que a Escola Salesiana encheu o Largo da Restauração para 'simultâneas' ou do confronto com o mestre Joaquim Durão, a actividade xadrezista 'está bem'. No final deste mês uma delegação madeirense estará no Estoril, disputando os Jogos Nacionais Salesianos.
Contrariando a tese de que o xadrez é uma modalidade difícil - 'importante é ensinar os primeiros passos, os movimentos das pedras' -, João Vieira também 'puxa' pela Matemática. 'Exige ter um bom profissional à frente, sendo importante incutir ao aluno a noção de que se trata de uma ciência divertida.' 'A Matemática é uma chave que ajuda a abrir muitas portas', salienta João Vieira, dito 'madeirense de alma e coração', 'feliz' pela sua vocação salesiana, entregando-se à sua educação. 'Gosto de vê-los crescer', afiança o pedagogo, mestre de xadrez.

Xadrez na nossa ilha!












Fonte: http://www.dnoticias.pt/impressa/revista/193735/196257-fora-de-servico

Medeiros Gaspar foi campeão regional e colabora no 'regresso' da modalidade.



Tudo começou quando a mãe de um vizinho encontrou um jogo de xadrez, a arrumar um quarto. Medeiros Gaspar tinha então dez anos e nem sabia mexer as peças. Aprendeu rapidamente e tornou-se num dos jogadores mais empenhados da vizinhança. Um 'vício' que mantém até hoje.
'Naquela altura, no meu grupo de amigos, as coisas eram por febres. Jogávamos um mês inteiro de 'monopólio', de manhã à noite. Depois foi o 'Spectrum' [Nota: computador rudimentar da década de 1980] e por fim o xadrez', recorda o deputado do PSD.
O facto de ser um miúdo 'eléctrico' terá sido um dos motivos que levou a mãe a comprar-lhe um livro de iniciação ao xadrez. 'Assim, sempre ficava quieto durante algum tempo'.
Da iniciação passou à 'especialidade'. E de tal forma se empenhou que os livros subiram rapidamente de nível.
'Tive a oportunidade de participar na Juventude e Trabalho e, quando tinha uns 14 anos, todo o dinheiro que ganhei, creio que eram 11 contos, gastei-o em Lisboa, na Livraria Portugal, a comprar livros de xadrez', lembra.
Desde os jogos organizados pelo INATEL, às iniciativas de Verão do FAOJ - actual Direcção Regional da Juventude -, em tudo Medeiros Gaspar participava. O objectivo era jogar com quem 'sabia mais' e evoluir.
'O objectivo do xadrez é jogar muito e com quem joga mais do que nós', explica.
Dos torneios de Verão passou para os campeonatos regionais, numa época em que o xadrez tinha muitos praticantes na Madeira. Os resultados foram bons: um título de campeão de juvenis e dois de juniores.
'Fui jogar aos campeonatos nacionais, sobretudo para aprender porque lá o ritmo era muito diferente, com mais jogadores e de nível elevado', reconhece.
Na 'Francisco Franco', onde foi presidente da associação de estudantes, recorda o feito de ter conseguido, com o 'apoio do professor Mateus e de outros colegas', fazer com que a escola jogasse xadrez. 'O bar parava para ver os jogos', garante. A ida para Lisboa, para a faculdade, não travou o gosto pelo xadrez, mas a competição federada passou para segundo plano.
Hoje, nem a política - embora jovem é um dos deputados com mais anos de parlamento - impede a prática do seu 'vício'. Só tem pena que a modalidade tenha 'desaparecido da Madeira'.
Recentemente, participou numa acção que serviu para marcar o regresso da secção de xadrez do CS Marítimo - na foto supra, surge à esquerda, jogando com Deodato Rodrigues.
Xadrez ensinado nas escolas


A vida segue rumos diferentes dos traços pelos sonhos. Medeiros Gaspar reconhece que sempre sonhou 'ser jogador de xadrez', jogar a um nível elevado, defrontar os grandes mestres. Era isso que sentia quando começou a jogar e espera ver transmitido às crianças que vão iniciar-se na modalidade.
O projecto da Escola do CS Marítimo agradou-lhe e, por isso, disponibilizou-se para colaborar. 'Eu nem sabia que a escola tinha, no seu projecto, o xadrez, o que é excelente'.
Gaspar não tem dúvidas de que é nas escolas, mesmo antes dos dez anos, que as crianças devem tomar contacto com um desporto intelectual que ajuda a desenvolver o raciocínio. É assim na maioria dos países que já produziram grandes campeões. O Leste da Europa é o principal exemplo.
Na Madeira, espera ver implementado um projecto de 'xadrez nas escolas'.

Carlsen vence a Final do Grand Slam 2011

Após um final electrizante, o Grande Mestre Magnus Carlsen vence a 4ª edição da Final do Grand Slam-São Paulo/Bilbao 2011.
O evento , disputado nas cidades de São Paulo e Bilbao, nos meses de setembro e outubro, despertou um grande interesse e foi acompanhado por muitas pessoas do mundo inteiro.
Participaram 6 dos melhores xadrezistas da actualidade, entre eles o actual campeão mundial de xadrez, Vishy Anand.
Vassily Ivanchuk, que liderou o torneio de ponta a ponta, foi alcançado na última rodada por Margnus Carlsen. Com a mesma pontuação, ambos tiveram que jogar uma partida de desempate sendo duas partidas com 4 minutos para cada jogador mais acréscimos.
Na primeira partida, Carlsen ganhou uma qualidade mas com vários peões em compensação, chegou-se a um final de torre contra cavalo com empate imediato. Na segunda partida, Ivanchuk com as brancas saiu com vantagem , mas logo, começou a jogar de maneira passiva e a vantagem passou para Carlsen, que dominou o meio jogo colocando grande pressão contra o rei de Ivanchuk. Com pouco tempo e com uma posição difícil de defender, acabou cometendo um erro fatal.
Desta maneira, Carlsen consagrou-se o grande campeão da Final do Grand Slam de xadrez 2011.
Classificação Final:
Carlsen - 15 pontos
Ivanchuk- 15 pontos
Nakamura- 12 pontos
Aronian- 12 pontos
Anand- 11 pontos
Vallejo Pons- 10 pontos

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

MAGNUS CARLSEN

Quem olha para Magnus Carlsen pode achar que ele é apenas mais um jovem de 20 anos normal. O norueguês, desde pequeno, sempre gostou de futebol. No entanto, o rosto de criança esconde o maior prodígio da história do xadrez. Aos 13 anos, venceu os maiores jogadores do mundo e se tornou um dos atletas mais jovem a receber o título de Grande Mestre, a mais alta qualificação do Xadrez. E no ano passado, aos 19 anos, é o líder do ranking mundial, tornando-se o mais rápido a alcançar esse posto.

O jogo de xadrez simula um conflito entre dois exércitos: 16 peças para cada jogador que se movimentam em um tabuleiro com 64 casas. Milhões e milhões de possibilidades e posições, tudo isso viajando na mente humana em uma velocidade incrível. Carlsen usa o cérebro de uma forma única, especial, que pode revolucionar tudo o que sabemos sobre o raciocínio e o pensamento.

Segundo o pai, Henrik Carlsen, o filho mostrava habilidades especiais já na infância.

- Magnus tinha algumas habilidades que nos chamavam a atenção. Ele conseguia montar quebra-cabeças de 50 peças antes dos 2 anos. Com 4 ou 5, montava coisas fabulosas com Lego. Ele tinha uma habilidade incrível de concentração, de ficar focado em alguns tópicos por bastante tempo.

Henrik adorava xadrez, então, pegou um tabuleiro e tentou ensinar Magnus. Mas, aos 6 anos, o rapaz não quis nem saber daquele jogo, gostava mesmo era de jogar bola todos os dias. Vendo que iria perder a batalha, o pai não forçou. E foi por volta dos 9 anos que Magnus começou, espontaneamente, a jogar xadrez... no computador, nada de tabuleiro. E o pai apoiou:

- O computador é uma grande ferramenta para a aprendizagem. Ele usava o computador para várias outras coisas, e se sentiu confortável naquele ambiente. Os programas para jogar xadrez começaram a aparecer nos anos 90, justamente na geração dele - lembrou Henrik.

Jogar partidas com gente do mundo todo, desafiar amigos e estudar lances. Esses foram alguns dos atractivos que chamaram a atenção de Magnus para jogar xadrez pelo computador. Na época, o rapaz só queria aprender o jogo para vencer as grandes rivais: suas irmãs mais velhas.

- Entre os 9 e os 10 anos, ele começou a passar várias horas do dia jogando e estudando xadrez. Mas não como uma obrigação, nunca pedimos nada. Era um passatempo. Ele tinha essa vontade. Primeiro, queria ganhar das irmãs. Depois começou a estudar para me derrotar. E asssim foi - contou Henrik.

- Eu nunca tive mesmo um jeito científico de estudar xadrez. Eu simplesmente seguia minha curiosidade, minhas ideias. Acho que isso foi muito importante - revelou Magnus.

O processo de formação utilizado pelo menino norueguês era bem diferente dos adoptados pelos grandes jogadores do passado. Um dos Grandes Mestres de xadrez, tenta explicar as mudanças com o tempo.

- Enquanto nós nos espelhávamos nos melhroes jogadores do mundo, como Boby Fischer, e analisávamos as partidas dele, ele se espelha no melhor jogador de hoje, que é o computador, devido à capacidade de cálculo. O computador é melhor porque calcula mais, então ele desenvolve mais esse lado e de alguma forma chega próximo da capacidade de cálculo do computador. Não é igual, mas ele tira uma vantagem disso.

- No computador, você consegue informações muito rápido. O que significa que você consegue absorver conhecimento muito mais rápido do que no passado. Hoje, podemos aprender coisas em cinco anos que no passado levariam 20.

Basicamente, Magnus Carlsen começou aos poucos a pensar como um computador. Por conta da sua formação, ele desenvolveu uma habilidade espetacular de calcular e memorizar. Magnus guarda na cabeça cerca de 500 mil jogadas (meio milhão de possibilidades).

- Quando você treina com o computador, contra um adversário que realmente te coloca problema de cálculos muito complexos, você certamente é mais exigido e desenvolve mais. Não sei exactamente como é esse processo, mas basicamente é isso. Você treina com alguém muito melhor do que você e a tendência é se aproximar disso. E como o computador é muito melhor no cálculo, a tendência é que você melhore seu cálculo. Ele é mais exigido que as gerações anteriores, então o resultado é superior.

O trunfo de Magnus Carlsen é conseguir calcular mais rápido e, com isso, ele imagina como estará o tabuleiro de xadrez 20 lances à frente das pessoas comuns. Fica mais fácil prever as ações dos rivais e escolher a jogada certa. É o que conta o especialista no desporto Dirk Geuzendam.

- Você olha para o tabuleiro em um jogo dele e diz: não existe saída, está acabado. E aí, logo depois, Magnus escapa, com algo que ninguém havia pensado. Parece simples, mas é incrivelmente difícil fazer isso em um jogo de xadrez. Poucas pessoas têm esse talento: escolher precisamernte a jogada certa e fazer o que ninguém havia imaginado. É o que o Magnus faz.

Com essa habilidade toda, aos 13 anos Magnus já estava disputando torneios internacionais. Ele enfrentou e venceu, para a surpresa de todos, Anatoly Karpov, o melhor jogador do mundo por dez anos. O próximo desafio foi encarar aquele que é considerado até hoje o melhor de todos os tempos: Garry Kasparov, campeão mundial aos 22 anos e dono das mais altas pontuações internacionais do xadrez. Magnus conseguiu um empate contra o gênio do desporto, e parece que assustou o russo.

- Depois desse jogo o Kasparov foi embora correndo, nervosíssimo. Mas depois mandou um de seus livros autografados para a nossa casa e disse que podia dar umas aulas, uns conselhos a Magnus. Ele não se interessou muito no começo, mas tempos depois se deu conta que Kasparov sabia muito, muito mesmo. E que poderia ajudá-lo - disse Henrik Carlsen.

A partir dali, Magnus ganhava um grande tutor, o que faltava para o rapaz. O russo adorava computadores e sabia utilizá-los para analisar jogos e melhorar a performance. E foi isso que Kasparov ensinou a Magnus, a usar melhor a máquina. O menino foi lapidado até chegar ao posto de número 1 do ranking da federação internacional.

- Depois de um tempo, aprendi a usar mais os computadores para me prepaparar para enfrentar meus oponentes, porque existe muita base de dados sobre os jogos. E também para analisar meu próprio jogo para analisar meus erros - contou Magnus.

A questão central que os cientistas tentam entender é como Magnus consegue raciocinar tão rápido? Algumas pistas já surgiram. A teoria é: quando um jogador comum pensa para fazer um lance no xadrez, ele usa apenas o lado esquerdo do cérebro. Já Magnus e outros grandes jogadores conseguem trabalhar os dois lados, usando assim o dobro da capacidade de raciocínio e memória. Por isso é possível calcular e memorizar tanto.

O prodígio Magnus Carlsen voltou a chamar a atenção do mundo para o xadrez. Nos anos 80, por conta da Guerra Fria, o que acontecia no tabuleiro era questão de Estado. EUA x URSS ou Bobby Fischer x Boris Spassky. Norte-americano e soviético chegaram a decidir um título mundial. Nos anos 90, Homem x Máquina. Garry Kasparov também ganhou os holofotes quando desafiou computadores. Depois dele, o interesse pelo jogo caiu, até Magnus Carlsen.

- Todo grande jogador traz algo novo ao jogo, mas Magnus é especial. Ele parece agregar todo o conhecimento técnico dos campeões do passado, e consegue impor sua juventude e novas ideias para explorar novas posições, novos caminhos. Ele é um desbravador, e o xadrez precisa de desbravadores - finalizou Dirk Geuzendam.

Táctica

Partida de Xadrez entre Adams v Torre